Principais conclusões
- Ataques cibernéticos exploram vulnerabilidades técnicas e humanas para comprometer sistemas, dados e operações;
- Phishing, ransomware, malware, engenharia social e DDoS estão entre as ameaças mais frequentes;
- O Brasil está entre os principais alvos de ataques cibernéticos no mundo, especialmente nos setores de infraestrutura crítica;
- A prevenção depende da combinação entre pessoas, processos e tecnologias de segurança;
- Monitoramento contínuo e resposta rápida são essenciais para reduzir os impactos de um incidente.
Ataques cibernéticos representam um dos maiores riscos que organizações de todos os portes e setores enfrentam. Mesmo empresas que contam com equipes de TI correm riscos, já que, à medida que a tecnologia evolui, os ataques também se tornam mais sofisticados.
Todos os dias, líderes expõem os negócios a riscos mesmo sem saber. Por exemplo, com o simples teste de uma nova ferramenta ou a integração de um fornecedor ao ambiente digital, já é possível expor os dados pessoais dos clientes.
Assim, realizar um gerenciamento eficaz de segurança cibernética é cada vez mais importante para reduzir o risco de violações de dados. Independente do seu setor de atuação, conhecer e entender os riscos e como gerenciá-los é essencial.
Neste artigo da Oakmont, você poderá entender um pouco mais sobre o cenário de ataques cibernéticos no Brasil e no mundo, como prevenir ataques e conhecer ferramentas que te ajudarão a se proteger. Confira!
Tabela de Conteúdos
ToggleO que é um ataque cibernético?

Um ataque cibernético é uma tentativa maliciosa e deliberada de invadir sistemas de informação de empresas ou indivíduos sem autorização. Cibercriminosos fazem isso com o intuito de:
- Roubar informações;
- Interromper operações;
- Comprometer cadeias de suprimentos;
- Modificar dados;
- Utilizar informações para extorsão, chantagem ou fraude.
Os criminosos cibernéticos buscam evoluir suas táticas continuamente para explorar vulnerabilidades em sistemas e se adaptar aos avanços tecnológicos. A ampla adoção de tecnologias de inteligência artificial (IA) trouxe um impulso adicional a essa tendência.
Conforme os ataques se tornam mais sofisticados, é fundamental compreender as táticas, técnicas e processos por trás deles. Assim, é possível garantir a segurança de seu ambiente e dos dados de seus clientes.
Ameaça cibernética vs ataque cibernético
A principal diferença entre uma ameaça e um ataque cibernético de fato é que a primeira é uma possibilidade, e a segunda é a concretização de um ataque. Em outras palavras, toda organização está exposta a ameaças cibernéticas, mas elas só se tornam ataques quando uma tentativa efetiva de exploração acontece.
Uma ameaça cibernética indica apenas a possibilidade de ocorrência de um ataque cibernético, e engloba todas as ameaças que possam prejudicar:
- Redes;
- Sistemas;
- Dispositivos;
- Empresas;
- Indivíduos.
Por que os ataques cibernéticos acontecem?
São diversos os motivos que podem estar por trás de um ataque cibernético, e vão desde extorsão até vingança. Confira os motivos mais comuns:
Ganho financeiro
O principal intuito dos cibercriminosos é obter recompensas financeiras por meio dos ataques. Para isso, eles roubam dados sensíveis, como informações bancárias, dados de cartão de crédito ou credenciais de login, especialmente em plataformas que salvam os dados bancários.
Esse é o principal motivador de ataques de ransomware, por exemplo. Nesse caso, os criminosos impedem os usuários de acessar seus sistemas com a promessa de que podem recuperar seu acesso pagando um resgate.
Espionagem corporativa
Nesse caso, o intuito é roubar dados sensíveis como segredos comerciais, pesquisas e propriedade intelectual para obter vantagem competitiva. Normalmente, leva um longo tempo para os gestores perceberem esse tipo de ataque.
Vingança
Em alguns casos, a motivação é a vingança, seja por uma demissão ou por outros motivos. Nesse caso, o intuito é causar danos à reputação ou interromper as operações por meio de um ataque cibernético.
Desejo de notoriedade
Por fim, hackers conhecidos como black hats realizam ataques para demonstrar suas habilidades. Outros motivadores desse grupo são: ter mais credibilidade na comunidade hacker ou apenas criar o caos para a empresa.
Em resumo:
Embora o ganho financeiro seja o principal motivador de um ataque cibernético, ele não é o único. Conhecer os intuitos dos criminosos cibernéticos é fundamental para se preparar e se prevenir contra esse tipo de situação.
10 tipos de ataques de segurança cibernética mais comuns
Existem diversos tipos de ataques cibernéticos que utilizam técnicas diferentes para atacar diversas vulnerabilidades nos sistemas empresariais. Confira os tipos mais comuns:
1. Ataques de phishing
Para esse tipo de ataque, o criminoso envia e-mails que parecem vir de fontes confiáveis e legítimas para as vítimas. Esse e-mail normalmente contém um link que leva a um site enganoso que leva o usuário a baixar um vírus ou dar suas informações confidenciais ao invasor.
O nome “phishing” está relacionado ao fato de o atacante “pescar” o acesso a uma informação confidencial por meio da “isca” de um remetente aparentemente seguro. Em diversos casos, o alvo não percebe que foi comprometido, permitindo que o invasor aplique seu golpe em outras pessoas na organização.
2. Engenharia social
O termo engenharia social engloba diversos ataques que têm a mesma base: aproveitar as emoções e a interação humana para manipular a vítima. Assim, o criminoso engana a vítima para que ela forneça informações confidenciais ou comprometa a segurança do negócio.
Esse tipo de ataque costuma envolver etapas como:
- Coleta de informações sobre a vítima em potencial para descobrir o que deseja dessa pessoa ou organização;
- Estudo do comportamento para descobrir como explorá-lo. Isso inclui análise de curtidas, comentários e interações em redes sociais;
- Execução do ataque: o invasor toma uma ação para ganhar a confiança do alvo e começar a manipulá-lo para obter informações confidenciais e acessos ou violar políticas de segurança.
3. Malware
Assim como engenharia social, o termo malware engloba diversos softwares mal intencionados. Um malware é qualquer software desenvolvido para causar danos, roubar informações ou comprometer dispositivos. Eles também podem se espalhar entre dispositivos. Sua instalação depende de uma ação do usuário.
4. Ransomware

O ransomware é um método de sequestro de informações ou sistemas para obrigar o alvo a pagar um resgate para recuperar o controle. Esse é uma das principais ameaças às organizações, especialmente infraestruturas críticas, saúde e cadeias de abastecimento.
O ataque funciona em etapas:
- A vítima baixa o ransomware por meio de um site ou anexo de e-mail;
- O programa infecta o computador explorando vulnerabilidades;
- O ransomware criptografa a estação de trabalho, negando acesso a computadores ou servidores;
- O criminoso entra em contato solicitando um pagamento para devolver os acessos.
5. Cavalo de Troia
Para ataques de Cavalo de Troia, os criminosos escondem programas mal intencionados em outros programas aparentemente legítimos. Quando o usuário executa o programa, o malware abre um acesso para que os hackers possam acessar o computador ou a rede.
6. Ataques de senha
Hackers usam diversos métodos para descobrir a senha dos usuários:
- Roubar senhas escritas anotadas em papeis da mesa do usuário;
- Pagar alguém para fazer esse roubo;
- Interceptar transmissões de rede para obter senhas não criptografadas;
- Usar engenharia social para convencer o alvo a informar sua senha para resolver um problema importante;
- Tentar adivinhar a senha, começando pelas mais fáceis, como sequências numéricas “1234567”;
- Usar métodos de força bruta, usando informações básicas sobre a pessoa e seu cargo para tentar adivinhar a senha;
- Usar palavras e frases comuns para tentar adivinhar a senha, em um ataque de dicionário.
7. Força Bruta
Os atacantes usam bots para tentar decifrar as credenciais de login de pessoas com acesso ao sistema-alvo para poder acessá-los. Para isso, ele fornece uma lista de possíveis credenciais e o bot fica tentando o acesso até inserir as credenciais corretas.
8. Injeção de SQL
SQL é a sigla em inglês para linguagem de consulta estruturada. Esse ataque busca explorar sites que dependem de bancos de dados para atender os usuários, como e-commerces, por exemplo.
Para realizar uma ação, o cliente envia uma solicitação ao servidor da empresa e recebe uma informação. Assim, os criminosos usam essas consultas dos clientes para injetar comandos em planos de dados aparentemente comuns e acessar os sistemas indevidamente.
As consequências de uma injeção SQL bem-sucedida pode incluir:
- Modificação de informações importantes;
- Exclusão de dados;
- Vazamento de informações confidenciais;
- O invasor pode executar funções de administrador, como comandos de desligamento.
9. DoS e DDoS
Os ataques DoS e DDoS parecem a mesma coisa, mas são diferentes:
- DoS: Negação de serviço. Esse ataque busca sobrecarregar os recursos de um sistema para que ele não consiga responder a solicitações legítimas de serviço, levando à queda do site;
- DDoS: Negação de serviço distribuído. Também busca esgotar os recursos de um sistema, mas o ataque vem de diversas máquinas infectadas por malware e controladas pelo invasor.
Nos ataques de negação de serviço, a intenção é fazer com que o site da vítima não consiga fornecer serviços para quem quiser acessá-lo. Em alguns casos, ataques DDoS também podem ser utilizados como distração para facilitar outras invasões ou causar prejuízos operacionais.
10. Ameaças internas
Dentro de uma organização, as pessoas costumam ter acesso a diversos sistemas, inclusive com privilégios de administrador. Além disso, as pessoas também têm bastante conhecimento sobre o funcionamento e estruturas de segurança da empresa.
Com isso, pessoas mal intencionadas podem buscar obter acesso a áreas restritas, alterar as configurações de segurança ou buscar os melhores momentos para fazer um ataque. Por isso, é importante implementar políticas de limitação de acesso e horários, e exigir o uso de autenticação de múltiplo fator (MFA).
Em resumo:
Objetivo | Tipo de ataque |
Enganar pessoas | Phishing, Engenharia Social |
Instalar softwares maliciosos | Malware, Ransomware, Cavalo de Troia |
Explorar credenciais | Ataques de Senha, Força Bruta |
Explorar vulnerabilidades técnicas | SQL Injection, DDoS |
Aproveitar acessos internos | Ameaças internas |
Como os ataques cibernéticos impactam as organizações?
Os ataques cibernéticos podem trazer grandes impactos às empresas, seja em danos à reputação ou por prejuízos financeiros. Os efeitos mais significativos incluem:
- Interrupções da operação, normalmente por meio de ataques de malware ou negação de serviço. Isso pode levar a sérios prejuízos financeiros;
- Comprometimento de dados, que podem causar danos às operações e à confiança dos clientes;
- Fraudes financeiras que expõem as organizações a riscos futuros;
- Sanções regulatórias e multas decorrentes do vazamento de dados;
- Pagamentos de resgate e outros.
Cada violação que uma empresa sofre pode deixar impactos duradouros à reputação e às finanças do negócio. Isso porque a empresa precisa empregar recursos significativos para a detecção, resposta e recuperação.
Indústrias mais visadas por ataques cibernéticos
A Netscout, empresa de tecnologia especializada em cibersegurança e mitigação de ataques DDoS realiza levantamentos semestrais sobre as indústrias mais visadas por cibercriminosos.
Na edição mais recente, sobre o segundo semestre de 2025, a lista aponta os seguintes setores como principais alvos no Brasil:
Ranking | Setor | Ataques |
1 | Operadoras de telecomunicações móveis | 114.797 |
2 | Provedores de infraestrutura de computação, processamento de dados e hospedagem | 47.897 |
3 | Operadoras de telecomunicações com fio | 34.051 |
4 | Comércio atacadista de equipamentos de escritório | 6.515 |
5 | Transporte rodoviário de cargas | 6.367 |
6 | Bancos comerciais | 5.583 |
7 | Outras empresas de telecomunicações | 3.010 |
8 | Organizações religiosas | 1.210 |
Os dados mostram que setores responsáveis por serviços essenciais e operações críticas permanecem entre os principais alvos. Isso porque qualquer indisponibilidade pode gerar impactos financeiros e sociais significativos.
O Brasil é um dos principais alvos de ciberataques do tipo DDoS do mundo, de acordo com a Netscout. No segundo semestre de 2025, foram cerca de 470 mil ataques registrados em todo o país.
Por que os ataques cibernéticos estão aumentando?
O número expressivo de ataques no Brasil acompanha as tendências globais. Segundo o relatório do FortiGuard Labs, da Fortinet, há uma industrialização do cibercrime, que conta com ataques automatizados e executados em velocidade de máquina. Além disso, os dados da Fortinet apontam:
- 640 bilhões de eventos de reconhecimento;
- 67,65 bilhões de tentativas de força bruta;
- 121,99 bilhões de tentativas de exploração em 2025;
- O cibercrime passou a operar como uma indústria;
- O ambiente digital é constantemente mapeado e atacado;
- A IA acelerou reconhecimento, phishing, força bruta e exploração;
- O tempo entre a divulgação de uma vulnerabilidade e sua exploração reduziu para 24 a 48 horas;
- Hoje, o diferencial dos criminosos é automatizar ataques em larga escala.
Ou seja, o tempo entre a descoberta de vulnerabilidades e sua exploração por cibercriminosos diminuiu de maneira drástica. Na prática, isso reduz drasticamente as chances de correção de vulnerabilidades, fazendo com que as estratégias de monitoramento contínuo e resposta rápida sejam indispensáveis.
Como prevenir ataques cibernéticos?

Apesar dos assustadores números de ataques cibernéticos, é importante saber que é possível, sim, proteger o seu negócio e evitar danos e prejuízos. A adoção de ferramentas é muito importante para essa prevenção, mas sozinha a tecnologia não resolve o problema.
É necessário investir em conscientização e mudança de comportamento para realmente proteger o negócio. Conheça algumas medidas que você pode começar a tomar hoje mesmo:
Treinamentos e conscientização
A engenharia social segue como principal ponto de entrada para invasores. Por esse motivo, é fundamental realizar treinamentos constantes para ajudar os funcionários a:
- Analisar os e-mails que abrem;
- Verificar se o endereço realmente é de um remetente confiável;
- Reconhecer e-mails de phishing;
- Evitar armadilhas;
- Não clicar em links duvidosos;
- Seguir as melhores práticas para proteger informações sensíveis.
Gerenciamento de identidade e acesso
Soluções de controle de acesso são fundamentais para a proteção dos dados empresariais. Por meio delas, é possível delimitar acessos com base em funções para garantir que os colaboradores tenham acesso somente às informações essenciais para seu trabalho.
Também é importante implementar um modelo de privilégio mínimo para garantir que apenas quem realmente precisa tenha permissão para acessar os bancos de dados principais. Isso é fundamental para evitar danos devido ao descuido com informações de acesso e o acesso de agentes maliciosos.
Algumas ferramentas também oferecem suporte à validação e monitoramento de identidade. Dessa forma, ajudam a prevenir o acesso não autorizado e a reduzir danos potenciais de contas comprometidas.
Políticas de acesso
Implementar políticas de senhas rigorosas e adotar a autenticação multifator (MFA) é fundamental para proteger os negócios contra ataques de senha ou força bruta. Assim, é possível reduzir os riscos de acesso indevido de maneira significativa.
Também é importante configurar uma política de bloqueio para barrar o acesso a sites, dispositivos e aplicativos após um determinado número de tentativas com falha. Normalmente, isso “congela” a conta, evitando acessos por outros dispositivos.
Além disso, é recomendável usar senhas aleatórias, sem palavras, sequências de números regulares ou datas. Isso dificulta o trabalho dos invasores que usam bots para adivinhar as senhas, especialmente aquelas com mais de dez dígitos.
Gerenciamento de Superfície de Ataque
Para gerenciar a superfície de ataque, é necessário mapear e monitorar todos os pontos de vulnerabilidade em um sistema. Analisar e reduzir esses pontos de maneira frequente é fundamental para reduzir as vulnerabilidades e fechar potenciais lacunas de exploração.
Tecnologias de proteção de dados
Por meio de ferramentas especializadas, é possível supervisionar o acesso e movimentação de dados nos sistemas de maneira abrangente para:
- Prevenir acesso não autorizado;
- Rastrear informações sensíveis;
- Identificar riscos de violações;
- Aplicar as políticas de proteção;
- Aumentar a visibilidade;
- Centralizar a gestão e a análise;
- Otimizar a resiliência a ameaças cibernéticas.
Auditorias e testes
Realizar auditorias e testes de penetração é fundamental para identificar e reduzir vulnerabilidades de maneira preventiva. Os testes e validações das medidas de segurança ajudam a aumentar a resiliência contra ameaças e evitar vetores de ataque.
Ferramentas tecnológicas de ponta
Por fim, é importante contar com tecnologias de ponta, como firewalls e defensores de última geração. Essas soluções realizam inspeções buscando as características do malware e barrando o ataque.
Organizações mais maduras costumam combinar diferentes camadas de proteção, monitoramento contínuo e resposta automatizada para reduzir o tempo entre a detecção e a contenção de incidentes.
O NeX é um excelente exemplo de ferramenta para potencializar a proteção dos negócios. Isso porque ele representa a evolução do SOC tradicional, sendo uma plataforma unificada, baseada em IA e orientada a dados.
Ele combina recursos para antecipar e neutralizar riscos antes que causem danos. Assim, integra capacidades humanas e de máquinas para uma segurança mais inteligente e escalável com muito mais velocidade, eficiência e proatividade.
Por meio da IA e do Aprendizado de Máquina (ML), o sistema aprende o comportamento normal da rede, identifica anomalias e fornece contexto adicional para as ameaças. Além disso, o NeX utiliza análise avançada e análise preditiva para antecipar possíveis ataques.
Com o NeX, os sistemas, informações e computadores da sua empresa ficam muito mais seguros contra os ataques mais modernos e otimizados. Saiba mais:
Mesmo adotando medidas preventivas, nenhuma organização fica totalmente imune a incidentes de cibersegurança. Quanto menor o tempo entre a identificação e a resposta, menores tendem a ser os impactos financeiros e operacionais de um incidente.
Por isso, também é necessário saber como identificar rapidamente os sinais de um ataque e responder de forma estruturada para reduzir seus impactos.
Perguntas frequentes sobre ataques cibernéticos
Os ataques cibernéticos são um grande problema que empresas de todos os portes e setores enfrentam. Isso porque os criminosos cibernéticos estão sempre em busca de vulnerabilidades para obter vantagens sobre os negócios. Confira as principais dúvidas sobre o tema:
O que um ataque cibernético pode causar?
Um ataque cibernético pode causar desde sobrecarga de trabalho para o time de TI até indisponibilidade de serviços e grandes perdas financeiras para as empresas. Por isso, é fundamental conhecer as técnicas e aprender a preveni-las.
Como funciona um ataque cibernético?
Um ataque cibernético normalmente começa pela identificação de uma vulnerabilidade. Em seguida, o criminoso tenta explorá-la para obter acesso ao ambiente, movimentar-se pela rede e atingir seu objetivo, seja roubar dados, interromper operações ou exigir resgate.
Como evitar ataque cibernético?
A adoção de tecnologias de ponta é fundamental para a prevenção de ataques cibernéticos. Porém, o treinamento e a educação são primordiais para evitar brechas por meio de comportamentos indevidos.
Quais são os principais tipos de ataques cibernéticos?
Os principais tipos são engenharia social e phishing, que enviam links maliciosos mascarados para que os usuários cliquem e infectem seus computadores com malwares (vírus).
Ataque cibernético e ameaça cibernética são a mesma coisa?
Ataque cibernético e ameaça cibernética não são a mesma coisa. A ameaça é apenas a possibilidade, e o ataque cibernético é a concretização da ameaça.
Os ataques cibernéticos evoluem diariamente. Contar apenas com ferramentas isoladas já não é suficiente para proteger operações críticas. O Oakmont Group apoia organizações na construção de uma estratégia moderna de proteção, monitoramento contínuo e resposta a incidentes.
Acompanhe nosso blog para aprimorar seus conhecimentos sobre temas relacionados à segurança digital, e compartilhe nossos conteúdos com seus colegas!
